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União regada a viagens e novas experiências


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Descobrindo a Colômbia

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Agora nosso destino é a Colômbia! Vamos descrever nossa experiencia e impressões para os viajantes de plantão que desejem conhecer nosso vizinho e suas atrações.

Ao planejarmos esta viagem, é curioso relatar as opiniões negativas (de quem nunca lá esteve) a respeito do destino. Associam o país a drogas e narcotráfico e não dão a chance de pesquisar um pouco mais e descobrir a riqueza cultural e atrações naturais que o país tem a oferecer.

Compramos nossa passagem pelo site da TAM e voamos pela LAN pois as duas Cias agora são parceiras. Voo direto de Sao Paulo para Bogota, duração de 06 horas e diferença de fuso de menos 02 horas em Bogota.

Dentro do pais, escolhemos conhecer Cartagena e a ilha de San Andres, apos alguns dias de estadia em Bogota.

A escolha de hotel em Bogota se deu apos algumas pesquisas e optamos pelo B3 Virrey, na zona rosa (ou zona T) e apesar da regiao ser um pouco mais cara, dizem ser mais segura que a regiao mais central da Candelária. O hotel pode ser reservado pelo Booking (www.booking.com).

O hotel tem decoração moderna e é jovem. Na entrada há um bar de tapas e quando chegamos (sábado a noite) havia um DJ no lobby. Diferente para um hotel, mas interessante.

O tempo em Bogotá é frio (devido a altitude), mesmo que opte por ficar aqui por uma noite que seja, antes de ir até o litoral, é bom trazer roupa de frio.

Pelas horas de viagem e cansaço, resolvemos comer em um italiano próximo ao hotel (http://bogota.vive.in/restaurantes/bogota/latoscana/LUGAR-WEB-FICHA_LUGAR_VIVEIN-9608304.html). Comida ok, nada excepcional.

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Para o Domingo, passeios a serem planejados ainda.

Até lá!

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Dia 11 – Cape Town – Cabo da Boa Esperança – Praia dos Pinguins

Preparamos nosso café da manha com coisas que havíamos comprado no supermercado e saímos para o passeio do cabo da boa esperança.

O passeio é muito bonito, a paisagem encanta e a cor da água do mar em especial, foi um espetáculo para nossos olhos.

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A entrada para conhecer o cabo da boa esperança é paga e dá pra passear bastante de carro lá dentro, inclusive usufruir das praias caso tenha coragem (a água tava muito gelada!).

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Na ponta do cabo e no ponto mais alto há um farol que pode ser alcançado a pé, por meio de uma trilha, ou através de um funicular. Decidimos ir a pé para apreciar mais as paisagens.

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Tudo em volta é muito bonito e impressionante. No passeio de carro, encontramos babuínos e também avestruzes na praia. Bem inusitado, diríamos.

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Na volta para Cape Town, há uma cidade no caminho chamada Simon’s Town onde, numa praia chamada Boulders, vive uma colônia de pinguins!

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Para ver os pinguins é necessário pagar uma entrada e pode-se observa-los bem de perto. Há dois pontos de acesso pago: onde a maioria deles se concentra e também numa prainha em que é permitido o banho com a presença dos pinguins em menor quantidade. O ticket serve para os dois pontos. Sem pagar, é possível ver um ou outro pinguim perdido já que os limites são rochas e eles passeiam por elas como bem entendem.

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No caminho de volta para Cape Town, paramos num restaurante/bar para nos refrescarmos com vista para o mar e ao final do dia, jantamos numa pizzaria chamada Col’Cachio (http://www.colcacchio.co.za/).


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Dia 10- Mosselbay – Cape Town

Acordamos cedo e fomos ao local onde o pessoal se reúne para pegar o barco e ver os tubarões brancos. A operadora (http://www.whitesharkafrica.com/home.html) oferece um café da manha enquanto exibe um documentário. No barco tem água, frutas e snacks à vontade. O que não é muito útil, já que a maioria de nós demos o nosso café da manha para os peixes e a última coisa que gostaríamos de ver na nossa frente seria comida. Rs

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O pessoal do barco explica o funcionamento da gaiola e iniciam o processo de atrair tubarões mediante uso de isca com uma cabeça de atum e também um liquido de peixe que ficam jogando na água. Após uns bons minutos aguardando e já nos perguntando se não havíamos perdido nosso dinheiro, eis que aparece um tubarão. É uma criatura enorme e ao contrário dos filmes, ele parece gentil ao tentar pegar a isca.

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Para descer na água dentro da gaiola temos que vestir roupa de neopreme e é possível descerem até 06 pessoas por vez. Já na água você fica de cara com os tubarões, eles passam muito próximo abrindo a boca com todos aqueles dentes e tudo mais, porém não estavam interessados em nós lá dentro e sim na isca que o pessoal fica passando perto da gaiola. Às vezes eles esbarravam na grade, mas era por puro desastre mesmo.  Como disse, não creio que gostem de comer humanos. Haha

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Após a diferente experiência e muito enjoo no barco, comemos o nosso “almoço” (hambúrguer incluso no pacote do passeio) em terra firme e rumamos para Cape Town onde alugamos um apartamento térreo por 4 noites para conhecer mais um pouco da cidade e desacelerar um pouco, nos permitindo descansar nos próximos dias para voltarmos ao Brasil inteiros no domingo.

O local escolhido foi bem de última hora, mas os donos foram compreensíveis e muito atenciosos. O apartamento nos surpreendeu pelo amplo espaço e a qualidade de tudo. Sala, cozinha super equipada e até um jardim privativo. Eles também ofereceram a piscina da casa principal caso quiséssemos utilizá-la. Para reservar com eles, pode-se utilizar o site Airbnb (https://pt.airbnb.com/rooms/291205) ou contata-los diretamente pelo facebook (https://www.facebook.com/Sevensleepers.Holiday.Apartment) e não pagar as taxas do site.

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Jantamos num italiano super agradável (http://www.italiankitchentokai.co.za/wmenu.php) que fica no próprio bairro onde nos hospedamos e depois desfrutamos de um bom vinho sul-africano na nossa “casa” por alguns dias. =)


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Dia 09 – Knysna- Mossel bay

O dia amanheceu feio, estava nublado e com leve chuva. Já ficamos desanimados, pois tínhamos reservado uma noite de hospedagem em Mossel bay que ficava há uns 100 km de Knysna.

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Chegando lá (http://www.dibiki.co.za/) o tempo ainda estava bem feio e tentamos negociar o cancelamento da reserva para seguirmos viagem. Não houve negociação (rs) e então desencanamos e fomos “fuçar” o que tinha pra fazer na cidade. 

Dai veio a melhor descoberta, o passeio para mergulhar e ver tubarões poderia ser feito em Mosselbay! Até então só tínhamos noticia dessa atividade em Gansbay.  Sendo assim, agendamos o passeio para a manhã seguinte.

Durante o resto do dia, demos uma volta no shopping, comemos em um restaurante na orla, andamos para cima e pra baixo na cidade de carro e, para nossa alegria, o tempo melhorou e arriscamos um segundo banho de mar numa praia chamada Santos. Foi muito bom! A Água é mais transparente (e mais fria também) do que as aguas de mar que conhecemos, mas valeu a pena.

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Ao final do dia, pegamos um take away num restaurante e fomos comer no resort. A instalação é super completa, é um chalé com cozinha equipada, incluindo pratos, talheres e até máquina da lavar roupas.

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Dia 08 – Knysna

Dia bonito, ensolarado, fomos fazer o passeio de barco em Knysna. É um passeio simples, dentro do “lago” (é de água salgada) em que nos contam histórias do local. Vale a pena, especialmente se escolher o barco mais simples que faz a mesma coisa que o que vendem como mais “privativo” e custa o dobro do preço. ImagemImagemImagemImagemImagem Imagem Imagem Imagem Na sequencia, pegamos toalhas na próxima hospedagem (http://www.overmeergh.co.za/) Imagem e arriscamos um banho na praia de buffalo’s bay. A água tava gelada para nossos padrões (12°C), mas surpreendentemente conseguimos aproveitar junto com os outros banhistas que pareciam não estar nem aí com a temperatura da água. ImagemImagem Ao final do dia, mais um jantar no waterfront, onde, além de opções de restaurantes, há lojinhas com artesanato e souvenirs.


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Dia 07 – Port Elizabeth – Knysna

Em Port Elizabeth demos uma volta na cidade e passeamos um pouco em um centro comercial aberto, em frente a praia,  chamado “The board walk” (http://www.portelizabeth.co/activities/places-of-interest/the-boardwalk-casino-and-entertainment-world/),  lá também funcionam um hotel e um cassino.

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Após, fizemos um tour de carro mesmo pela cidade e fomos até o estádio que sediou alguns dos jogos da copa. A vizinhança do estádio nos pareceu um pouco insegura, tiramos algumas fotos do carro mesmo e seguimos para Knysna, com parada prevista no caminho para o tão famoso bungy jump.

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Lá no local do bungy jump (http://www.faceadrenalin.com/) é possível saltar a cada uma hora em grupos e caso a pessoa não queira saltar, ela tem opção de pagar um valor reduzido para ir até o local do salto (uma ponte) ou ficar assistindo (sem custo) os saltos das pessoas pela televisão do restaurante.

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Na sequência fomos em direção à Knysna (pronuncia-se “náisna”) onde conseguimos mais uma hospedagem mediante o booking.

Chegando no B&B (http://www.aestas.co.za/), fomos recebidos por um casal holandês meio simpático. Digo meio, porque, a senhora era um doce de atenciosa e já o senhor um pouco “brutinho” pro nosso gosto. Mas deu tudo certo para o nosso propósito, vista muito bonita para o lago, quarto limpo/confortável e tinham um jardim muito agradável com piscina e a presença de Binky, um vira-latas já velhinho que mora lá também.

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Jantamos no waterfront (fomos caminhando), num restaurante bem lotado de frutos do mar e outras coisas (http://www.drydock.co.za/)  e, durante o jantar, decidimos ficar mais uma noite na cidade para curtir as atrações locais.


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Dia 06 – Cape town – Port Elizabeth

O dia hoje foi puxado, decidimos esticar até Port Elizabeth para reconhecimento da área, voltarmos com calma e aproveitarmos melhor os lugares que mais gostarmos. Na estrada, usamos o notebook (captando o sinal enviado pelo roteador do celular) para acessar o booking e reservar um lugar para passar a noite (viva à tecnologia!).

As paisagens no caminho são belíssimas, em alguns pontos do percurso você dirige margeando o oceano. Ao passarmos por Mosselbay, resolvemos dar uma pausa para o almoço e nos surpreendemos com a beleza da cidade.

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Almoçamos no Ocean Basket (http://www.oceanbasket.co.za/) com vista para a praia. Almoço super agradável e a atendente muito simpática.

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Daí pra frente, rodamos mais uns 400 km sem paradas para não chegar em Port Elizabeth a noite. Chegando na cidade, fomos direto ao B&B escolhido (http://www.victoriaandalfred.co.za/) e como era de se esperar, estávamos bem cansados da viagem. Jantamos num mexicano indicado pela moça do B&B e depois, o merecido descanso.

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