Fogaças in the world!

União regada a viagens e novas experiências


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Dia 4 – Krabi/Railay Beach

Chegamos no aeroporto em Krabi e pegamos uma van compartilhada para o pier de onde partiria um long tail até Railay Beach. No trajeto, conhecemos 2 brasileiros (mãe e filho) que viajavam juntos e ainda por whatsapp fizemos contato com um casal de Recife que estariam também chegando lá neste dia.
                                                                   A caminho de Railay
A chegada a Railay é dividida entre o lado leste e o lado oeste. O lado leste, por onde chegam  a maioria dos barcos, possui um pier flutuante. Já o lado oeste, a chegada é na água mesmo e tem que saltar do barco, molhar o pé e cuidar da bagagem.
Chegamos pelo lado do pier. Ufa. 🙂

Timetable e pier flutuante em Railay – Fotos by Gustavo Nery

O nosso hotel  reservado pelo booking (https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g1597036-d315452-Reviews-Sunrise_Tropical_Resort-Railay_Beach_Krabi_Town_Krabi_Province.html) era super próximo do pier, o que foi mega prático pois lá não percebemos muito apoio para carregar mala ou mesmo entrar e sair do barco. O esquema é bem se vire como puder. Não aconselhamos muito esse destino para quem tenha dificuldades de locomoção ou seja mais de idade.
Já no hotel, chegamos antes do horário de check in, mas nos deixaram entrar no quarto mesmo assim. O hotel super bem resolvido e confirmamos o que havíamos concluído com as prévias pesquisas, que seria um ótimo custo-beneficio.
                                                Mangue em frente ao hotel e acomodações
Para esta reserva, pensamos que como provavelmente iríamos passar o dia em passeios, a estrutura do hotel em si não importaria tanto. Uma boa cama, lugar pra estender roupa molhada e uma piscina estava de bom tamanho.
De malas acomodadas, fomos explorar o lado oeste que é onde tem uma praia boa pois na frente do nosso hotel, no pier, é um mangue e não serve muito para banho. Para cruzar do lado leste pra o oeste é super fácil e rápido, então, na hora de escolher hospedagem esse fator não fará muita diferença.
Encontramos o Gustavo e a Ana e fomos direto para a praia em Railay west comer e curtir o restante do sol que tava de torrar. Incrível como faz calor!
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O Pedro se empolgou e foi fazer stand up paddle e quando voltou nos contou de uma praia ao lado cujo acesso era por uma trilha.
                                                                         Railay West
Fomos pela trilha escalando uma rocha e chegamos até Tonsai bay. Do outro lado, um bar aparentemente “weed friendly” e um belo por do sol.

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Por do sol em Tonsai Bay
Ficamos ali curtindo a paisagem e seguimos de volta, pelas pedras mesmo pois a maré havia baixado. Ambos caminhos exigem algum esforço, mas nada que ofereça alto risco ou exija um mega físico.
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Cair da tarde em Railay West
Na volta, agendamos passeio pro dia seguinte, banho no hotel pra tirar o sal e jantar muito bom em um indiano (https://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g1597036-d5973024-Reviews-Kohinoor_Indian_Restaurant_Pizza-Railay_Beach_Krabi_Town_Krabi_Province.html):
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Opções tanto para carnívoros como para vegetarianos. Boa comida, todos gostaram! 
Para a manhã seguinte, passeio a Hong Island!


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Dia 3 – Tailândia – Bate e volta Bangkok/Phetchaburi

Tivemos que acordar bem cedo pois às 7 horas da manha o motorista contratado estaria no apartamento para nos pegar. O carro bem confortável e o motora não falava uma palavra em inglês. A viagem até o Wildlife Friends Foundation Thailand, dura cerca de 2 horas e meia.
Para reservar com eles, basta acessar o site (https://www.wfft.org/) e preencher um formulário. Eles mandam email de confirmação e pedem também que se pague uma parte adiantado via paypal. Agendamos a visita e também o transporte particular. Chegamos a ver como ir de transporte publico mas nos pareceu complicado e demorado com pouca diferença de economia.
No caminho, ja fora de Bangkok, vimos alguns monumentos de buda e também templos de monges.
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As placas dos estabelecimentos ja todas apenas em tailandês o que nos provoca uma sensação de analfabetismo curiosa.
Chegando no santuário, fomos muito bem recebidos por uma voluntária que logo nos acomodou junto às outras pessoas que estavam lá para fazer a visita do dia inteiro.
Feita a apresentação inicial, ela nos guiou pela propriedade e logo de cara demos bananas a uma elefante que fica sozinha próximo às instalações.
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Boonmee é uma senhora de 60 anos aproximadamente que foi resgatada da indústria do turismo, onde os elefantes são explorados com cadeiras nas suas costas levando gente o dia inteiro. Descobrimos que ao contrário do que se possa pensar, a musculatura desses animais não é feita para suportar peso. E Boonmee tinha suas marcas. Seu dorso literalmente afundado, cega de um olho por chicotadas, fora as cicatrizes dos diversos ferimentos que sofreu com o tempo.
Elefantes são animais selvagens. O processo de domesticação é cruel e traumatizante para esses bichos. Alem do mais, quando não suportam mais o fardo de carregar pessoas eles são simplesmente deixados para morrer privados de alimentação. Aí que entra o trabalho de fundações como a qual visitamos. É muito pouco o que conseguem fazer em termos de resgate, mas é valido e digno para os animais que tem a sorte de serem acolhidos e bem tratados até seus últimos dias.

Alem de elefantes lá há outros tipos de animais, incluindo macacos, ursos e algumas aves. Todos resgatados e com alguma historia de aprisionamento, maus tratos ou simplesmente abandono como o caso de alguns macacos que eram criados em apartamento como animais de estimação.

Depois do tour para conhecer todos os bichos em uma caminhada de mais ou menos uma hora e meia, tivemos pausa pro almoço (há opção vegana)  que estava muito bom por sinal.
Apos a refeição, é chegada a hora de levar um dos elefantes para a caminhada diária e também banha-lo. Nós ficamos com a Boonmeee e o jeito de encoraja-los a caminhar é com um baldinho de frutas. Damos a fruta na tromba dela e ela mesma leva a fruta até a boca. Experiencia unica e emocionante. Caminhar junto a tao enorme e pesado animal e ao mesmo tempo senti-lo puxar a fruta da sua mão com delicadeza é indescritível.
Feita a caminhada, nos revezamos para esfregar ela com água e vassoura e assim ajudar a manter sua pele limpa mesmo que por pouco tempo. Para os elefantes, o banho de poeira que eles mesmo dão em si é importante para manter a saúde da pele pois a sujeira funciona como um filtro solar e evita queimaduras de sol no seu dorso.
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Logo apos essa especial interação, nós fomos de caminhonete conhecer os demais elefantes da propriedade, no total são 18 destes animais e ficamos sabendo da historia de cada um. É bem emocionante. Um deles conseguiu resgate ainda jovem e foi poupado do processo de domesticação. Este vive com sua mãe adotiva em uma área com isolamento mais reforçado pois costuma atirar pedras e paus nas pessoas com sua tromba. Alem de ter destruído toda a vegetação em volta. Para este, jogam comida de longe pois ele realmente oferece perigo.
Saímos de lá contentes com a quantidade de informação que recebemos e felizes em ver que investimos nosso dinheiro em iniciativa que de fato se preocupa com o bem estar dos animais. Por toda a Tailândia oferecem passeios em cima de elefantes. Nós optamos em não apoiar este tipo de ação. Conhecer o Wildlife Friends Foundation Thailand reforçou mais ainda nossa opinião.
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Ao final do passeio, nosso motorista nos levou de volta para Bangkok. O trânsito estava terrivelmente intenso.  Pedimos via google tradutor para ficar na região dos shoppings. Entramos no MBK e por lá jantamos. Esse shopping é grande e cada andar é um tema (roupas, coisas de casa, eletrônicos, etc.).
O esquema da praça de alimentação é curioso. Pega-se um cartão recarregável em uma cabine e lá mesmo carrega com o valor que vai precisar. Nos restaurantes ou quiosques, só passar esse cartão para pagar. Para nossa alegria, encontramos um quiosque só de comida vegetariana. Pedimos 3 pratos e deu em torno de 20 reais. Estava tudo muito bom e bem apimentado. Adoramos!
O shopping fecha as 22:00 mas as 21:00 já iniciam o movimento de fechar. Saímos de lá para pegar um táxi até o apartamento para descansar pois no dia seguinte, logo cedo, tínhamos um voo para Krabi.


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Tailânida – Bangkok dia 02

Para nossa surpresa, até que conseguimos  acordar cedo e saímos com os planos de visitar os templos nesse dia.  Antes, uma paradinha no 7 eleven pro café da manhã.

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Pedimos um carro pelo GRAB e solicitamos para que nos deixassem no Grand Palace. O transito estava intenso e a corrida demorou mais que o esperado. Para completar, neste exato dia havia um evento lá envolvendo o aniversario de morte de 6 meses do Rei. Muito tailandês vestido de preto e algumas ruas estavam interditadas.  O taxista era um jovem engenheiro químico que havia iniciado com o taxi há poucos dias como segundo trabalho. Ele nos contou um pouco sobre o amor das pessoas ao rei morto e o respeito ao sucessor, seu filho. Contou ainda que o rei fez muitas coisas boas pela Tailândia. Esse rei é um caso a parte.  Em Bangkok, tem foto dele espalhada pra todo lado. Inclusive dentro de shopping. É algo curioso. Vi em algum lugar que há uma lei que proíbe que se fale mal do rei. Então tá, né?  Vou nem colocar foto dele aqui então. Haha20170302_091427

Depois de nos perder um pouco indo pro lugar errado, chegamos no Grand Palace. Lá estavam outros 3 brasileiros nos esperando para passearmos juntos. Uma novidade nessa nossa viagem foi a possibilidade de marcar encontros com pouco tempo de antecedência com o pessoal que também está viajando, por grupos de whatsapp. Recurso bem interessante, inclusive para quem viaja sozinho (que era o caso de um dos que estava conosco este dia).

Chegando lá encontramos o pessoal , aquela MULTIDAO de gente para visitar este ponto turístico e aquele calor belezinha típico de Bangkok. É bom andar com protetor solar e uma garrafinha de agua. Para entrar, essencial estar de calça e ombros cobertos, senão não entra. Essa regra é rígida, então vá preparado.  Apesar de lá ter “roupa” para emprestar ou calças que chamo de calça de Aladdin para vender nas barraquinhas na rua, ganha-se tempo se já for vestido do jeito adequado.

O lugar é enorme e há templos dentro, não conseguimos ver tudo. Não por falta de tempo, mas por falta de paciência mesmo. Com aquele horror de gente somado ao calor, chega um momento que esse cenário nos faz querer sair de lá correndo. Mas do que conseguimos ver, podemos dizer que é um lugar muito bonito e riquíssimo em detalhes em sua arquitetura.

É bem surpreendente e impressionante, não se parece com nada que havíamos conhecido antes.

Era hora do almoço e saímos caçando lugar para comer fora do templo, pelo TripAdvisor conseguimos chegar num lugar bem avaliado mas que estava fechado então resolvemos perambular e ligar o modo “feeling” ON. A gente entrou em uns becos, atravessamos um mercado de peixe perto de umas docas e quando estávamos quase convencidos que estávamos no fim dos fins do mundo, eis que “surge” um restaurante bem convidativo à nossa frente, às margens do Rio. Parecia miragem no deserto. Kkk

O lugar chama Eat Sight Story e tem um deck agradável. Tem vista para o Wat Arun e dá para acompanhar o vai-e-vem dos barcos no Rio Chao Phraya enquanto faz sua refeição.  Ficamos lá por bastante tempo, jogando papo fora e trocando experiências.

Na sequencia, fomos ao outro ponto turístico nesse mesmo lado do rio, o Wat Po, que é o templo do buda reclinado. Lá, ao contrario do Grand Palace, é bem tranquilo e pequeno. Dá para visitar com calma e ainda encontrar uns monges pelo caminho.

 

Inicio da noite, fomos conhecer a tão falada Khao San Road. É uma rua não muito extensa, cheia de barraca, gente pra todo lado, música alta (tipo pancadão) e algumas ofertas de bichos exóticos para comer (tipo grilo, escorpião etc). Acho que nesse ponto os tailandeses devem dar risada, mó galera viaja o mundo pra comer escorpião/aranha quando nem eles comem. Essa, nós passamos.

Mas achamos um bar lá e ficamos imersos da vibe jovem dessa rua por umas boas horas. Ponto para a confusão do fuso horário. Rs Já era madrugada quando pegamos o taxi (também pelo GRAB) para o apartamento. Dica aos vegetarianos, tem um Burguer King lá na Kao San e é muito gostoso. Achamos melhor que o do Brasil.

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Bom, pro próximo dia de passeio, iríamos conhecer os elefantes o que já estava agendado desde o Brasil. Até o próximo Post!

 

 

 


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Tailândia – Bangkok dia 01

Após 26 horas viajando, com direito a voo de 8 horas com escala  (ficamos uma hora dentro do avião) para abastecer em Lomé (Togo), depois conexao em Addis Ababa (Etiópia)  + boas horas de espera + outras 8h de vôo, chegamos em Bangkok!

Experiencia Ethiopian Airlines: Comida vegetariana (feito o pedido com antecedência online), nos primeiros trechos, bem mais ou menos. Nos demais, já estava melhor. O pessoal (brasileiros, colegas de grupo de viagem no whatsapp) que encontramos no caminho, nos disseram que a comida regular (que servem para a maioria das pessoas) era boa e satisfatória.

 

Aeroporto na Etiópia

A pessoa chega meio zureta, não vamos negar. O negócio é engatar o “força na peruca” e tentar raciocinar adequadamente para ir no health control mostrar a vacina da febre amarela, passar na imigração (fila enoooorme), trocar dinheiro (leve dólares), comprar um chip de celular e pedir o trasnporte pelo GRAB (tipo o Uber daqui). Aqui tambem tem UBER, mas esse GRAB é mais competitivo e permite um chat entre você e o motorista pare que te encontre no lugar certo. O Uber tem o pepino do cadastro do celular do brasil daí a comunicação não é muto efetiva…

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Importante levar o comprovante da vacina da febre amarela! Comigo só perguntaram a data que saí do Brasil, com o Pedro mediram a temperatura dele pra ver se nao tava doente. hahah

Uma vez no taxi, descobrimos que a história dos tailandeses falarem inglês é lenda. Eles, no geral, entendem palavras soltas e é assim que deve tentar se comunicar para conseguir o que precisa. Para nossa sorte, a moça que alugou o apartamento era fluente e nos ajudou com as direções para chegar no apartamento dela.

As instalações do prédio muito boas e muito suficientes para as nossas necessidades. melhor de disparada (e preço ótimo!) que qualquer hostel. Se estiver viajando em duas pessoas, não pense duas vezes: http://www.booking.com/hotel/th/mayfair-place-sukhumvit-64.pt-br.html?aid=318615;label=Portuguese_Brazil_PT_BR_27123292225-W6hGKr0IlV28E_aFIzJIOwS102772901545%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap2%3Aac%3Aap1t1%3Aneg%3Afi2644295816%3Atidsa-166246059625%3Alp1001725%3Ali%3Adec%3Adm;sid=bf07598e5955477f43bdc1ebce1c99e0;checkin=2017-03-19;checkout=2017-03-20;ucfs=1;soh=1;highlighted_blocks=;all_sr_blocks=;room1=A%2CA;soldout=0%2C0;hpos=1;dest_type=city;dest_id=-3414440;srfid=c864dae160b0bdae7253b2ccbc28c27cb6e496bcX1;from=searchresults;highlight_room=

Super perto de uma estação (punnawith) do BTS esse apartamento.

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Pegamos o metrô e fomos passear no Asiatique. Valeu muito a pena. Chegar a partir das 19h. Na estação Saphan Taksin, procurar pelo barco com o logo do Asiatique que leva até lá (é de grátis!).

Lá é O lugar para passear na sua primeira noite em Bangkok. Super charmoso e bom pra dar uma volta e comer. Não foi tão complicado acharmos opção vegetariana e comemos um Pad Thai (90 THB) adaptado delicioso! A pimenta é um caso a parte, se não gosta, peça sem! Nós amamos. De fato, como falam, comer na Tailândia não é caro. Se planeja uma viagem econômica, esse é o lugar!

Bom, o fuso bagunça um pouco nossa cabeça. precisamos dormir para cedo acordar e ir passear, porém estamos aqui escrevendo…

Vamos atualizando sempre que possível! Até agora, amando cada segundo! 🙂

 

 

 


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Varadero – 03 noites

Saímos de Trinidad com vontade de não ir embora de tão boa experiencia que lá tivemos, mas seguimos o nosso roteiro e pegamos um Táxi até Varadero.

A viagem é relativamente longa o que nos fez chegar, largar as malas na casa particular (detalhes aqui) e pedir indicação de um local para almoçar.

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Posto de Gasolina na Chegada à Varadero

Fomos ao Pequeno Suárez (https://www.tripadvisor.ca/Restaurant_Review-g147275-d5972622-Reviews-Pequeno_Suarez-Varadero_Matanzas_Province_Cuba.html) e lá nos resolvemos. Comida OK e ambiente estruturado, porém percebemos os preços um pouco acima do que tínhamos encontrado até então. Pensamos logo: cidade mega turística, deve ser esse o ponto.

Não havia mais muito tempo de sol, fomo ansiosos conhecer a praia próxima à nossa hospedagem. Estávamos na área pública, longe dos Resorts, o que nos deu a oportunidade de compartilhar a praia de igual pra igual com cubanos em férias, turistas, e quem quer que lá estivesse. Boa impressão à primeira vista.

Para o jantar, descobrimos o Don Alex (https://www.tripadvisor.ca/Restaurant_Review-g147275-d4002219-Reviews-Don_Alex-Varadero_Matanzas_Province_Cuba.html), restaurante super em conta e com pizza, inclusive.

No dia seguinte fomos à praia novamente mas dessa vez avançamos mais um pouco e pegamos coco-taxi pela primeira vez e descobrimos que cobram bem para uma moto com garupa em forma de coco. haha

Um fato curioso é que a praia pública estava muito suja, era Agosto e época de férias em Cuba então havia bastante gente. Havia latas e garrafas para todo lado e no fundo do mar, inclusive. Retiramos bastante lixo ao mergulharmos com snorkel. Lamentável.

Para o almoço, um restaurante na rua principal com um passeio ao “delfinario” (“golfinário” isso existe?) agendado em hotel próximo.Nem todos iriam (estávamos em 4) então nos dividimos. Dois de nós foram ver os golfinhos e dois pegaram o city sightseeing que é um passeio curto mas serve para ter noção da região, caso esteja sem carro.

Os golfinhos são criaturas amáveis, tive oportunidade de vê-los “à vontade”, sem estarem fazendo truques para os quais foram condicionados. Por outro lado, vê-los “trabalhando” me deu certa angústia e eu particularmente não quis pagar a mais para interagir mais de perto com os mesmos.

À noite voltamos ao Don Alex e lá encontramos outros brasileiros que também expressaram sua opinião sobre o lugar: bom e barato comparado aos outros da cidade.

Para o dia seguinte,mais praia linda e um jantar surpreendente no Varadero 60. Restaurante indicado por um taxista e que oferece um padrão mais elevado de atendimento. Fomos mimados lá. Uma boa pedida para a despedida de Varadero.

 

Próximo passo, outro paraíso chamado Cayo Santa Maria.


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02 Noites em Trinidad

Trinidad é uma cidade na província de Sancti Spíritus, em Cuba. Em conjunto com o Vale de los Ingenios é um Património Mundial desde 1988. É uma cidade histórica e vale a pena sair do roteiro comum Havana-Varadero e conhecer esta preciosidade.

DIA 01 TRINIDAD

Para ir de Havana a Trinidad, pegamos o Táxi e no caminho fizemos uma pausa em Cienfuegos, onde descemos e demos uma volta pela cidade. Paramos na praça e utilizamos o wifi com o mesmo cartão que compramos em Havana. Tomamos um refrigerante cubano em um restaurante e seguimos viagem.  O táxi que nos conduzia era super novo, um Hyundai Sonata. Questionamos sobre a procedência do veiculo, uma vez que queríamos entender melhor o sistema politico do país. O motorista comentou que o carro é do governo e que cubanos não tem condições de comprar tal carro. Existe um contrato e a pessoa que fica responsável pelo carro precisa pagar uma mensalidade + comissão em cima das corridas ou algo do gênero. Numa dessas conversas com taxistas, descobrimos que muitos deles conseguem driblar o controle e fazer um extra.

Chegando próximo à Trinidad, tivemos que trocar de carro, já que o que íamos, iria voltar vazio. Houve uma camaradagem entre o nosso motorista e outro que levava dois turistas à Havana. Os motoristas negociaram entre si, mas não sabemos ao certo o que rolou. Este último, nos levou até a casa particular que havíamos reservado.

Os donos da casa nos receberam muito amigavelmente.  Estes, um casal de médicos que aluga quartos em sua casa para complementar a renda. Esse esquema de hospedagem é permitido pelo governo, porém há uma fiscalização muito rígida e uma boa parte do que o dono recebe com o aluguel, fica com o governo. Caso infrinjam as regras (aceitar hospedes sem registrar no livro ou aceitar cubanos acompanhando algum turista) eles podem até perder o imóvel.

Uma vez acomodados, Dra. Lisdey tratou de nos explicar tudo o que havia pra fazer na cidade e cerca da cidade, tudo muito rápido porque estávamos morrendo de fome. Indicaram-nos um restaurante no centro colonial e o adolescente da casa, Oswaldo, nos guiou até lá. Oswaldo é um rapazinho muito atencioso, curioso com as coisas do “mundo externo” e que carregava sua bicicleta tipo “speed”. Quando questionado se gostava dela, ele disse que não. Falou que gostaria de ter uma mountain bike, mas não sabia onde poderia comprar. Disse apenas que sabia que deveria ser importada.

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Ele nos conduziu pelas ruas de paralelepípedo até o restaurante indicado, em frente à casa da música. O padrão dos restaurantes em Cuba é bem similar, se for carnívoro é melhor apostar em peixes e frutos do mar. Demais carnes não são muito o forte deles. Caso seja vegetariano…aí é algo complicado. Praticamente não resta opção além do arroz e feijão.

Após o almoço, fomos caminhar pelo centro histórico, mas o calor estava insuportável. Paramos numa praça em frente a um café.  Ali havia duas crianças cubanas  dividindo um par de patins e aprendendo a andar. Caiam muito e davam muita risada. Em um determinado momento, os filhos de um casal estrangeiro  tentaram ajudar com mímica para que o garoto patinando aprendesse a se equilibar. Enquanto isso, um senhor cubano sentado à nossa frente puxou conversa. Ele que até então só se divertia com a cena das crianças, perguntou umas três ou quatro frases sobre de onde éramos, quantos anos tínhamos, até pedir uma moeda. Perguntei se um sabonete servia (como muitos outros que ajudamos antes) e ele aceitou agradecido e desapareceu.

Na sequencia, apareceu um homem oferecendo passeio a cavalo, que incluía um banho de cachoeira que nos chamou a atenção.  Logo tratamos de contratar o passeio e fomos mata adentro em cavalos aparentemente não muito cuidados, pois queriam abandonar a trilha o tempo inteiro para comer as plantas do caminho e um deles tinha sua pata ferida. A trilha era longa, com pontos muito íngremes e cheios de pedras. Ficamos com muita dó dos cavalos. Para o bem deles, a trilha até a cachoeira era a pé e puderam descansar. Após uns 10 minutos de caminhada, chegamos até a cachoeira que não era muito grande, mas debaixo dela a área de banho é muito bonita e agradável.

De volta à cidade, um banho antes de irmos a mais um local indicado para jantar. Novamente o Oswaldo nos guiou, para o restaurante de um médico amigo deles. Sentimos que havia uma resistência quanto aos restaurantes do governo, então nos indicavam sempre os privados, sentimos que como uma forma discreta de protesto. A politica em cuba é um assunto do qual não querem muito comentar, mas desabafam indiretamente. Foi o que percebemos.

O restaurante em questão possuía um terraço arejado e havia uma banda se apresentando. O dono estava à porta, uma figura simples, de bermuda e chinelos, que observava a rua solitariamente. Uma grata descoberta em cuba é ter contato com médicos que são gente como a gente e desmistificar a ideia predominante no Brasil, defendida pela classe e consentida pelas pessoas, de que médicos estão em outro patamar. E me arrisco a dizer mais, os médicos cubanos me parecem muito acostumados a lidar com as adversidades e a falta de recursos na área de saúde, o que me faz crer que se encaixam perfeitamente à realidade brasileira para os quais muitos se destinaram ao embarcarem para o programa mais médicos.  Pena é saber que muitos cubanos vieram ao Brasil praticamente obrigados pelo seu governo e recebiam apenas uma parcela de 30% do que lhes é pago pelo governo brasileiro. Pena é saber que mesmo assim vale a pena sair em “missões”, pois terão a oportunidade de conhecer coisas novas e receber um dinheiro que nunca receberiam em Cuba, mesmo ficando com uma pequena parte. Pena maior ainda é saber que faltam médicos em Cuba, pois muitos vão embora, seja nessas missões ( com o aval e controle do governo) ou simplesmente abandonam a ilha na expectativa de conseguirem uma melhor remuneração em outro país. Foi muito confuso para nós, compreender como uma pessoa que alugue um carro do governo para trabalhar como táxi de turistas, consegue fazer mais dinheiro que um médico com sua jornada usual de horas + plantão. Coisas de Cuba.

Dia 02 TRINIDAD

Neste dia, pagamos um taxista local, em seu carro particular, para que nos levasse para conhecer o litoral da região. Fomos por todas as praias até a praia Ancón que nos pareceu cheia, então pedimos ao motorista que nos levasse até a praia anterior, chamada Maria Águilar. Muito tranquila, com agua cristalina, sombra de um qiosque e um bar à disposição. Não há camas nem cadeiras de praia. Adoramos. Um verdadeiro paraíso.

No horário combinado, fomos comer em um restaurante próximo e nosso taxista foi convidado a comer conosco. De início recusou, mas após falar com sua esposa (que havia preparado o almoço), aceitou o convite. Rafael foi uma companhia muito agradável. Nos contou sobre as mazelas da sua vida, porém nos mostrou muito otimismo.

Ao final da tarde, ao nos deixar, desejou que da próxima vez pudesse nos conduzir num carro mais novo. A verdade é que para nós, mais valioso foi conhecê-lo. O tipo do carro pouco importava. Para cada cubano que conhecemos, nos vinha uma pergunta à mente: Como será receber o mundo e nunca ir lá? No discurso, sempre há um tom de admiração por coisas que ouviram falar ou viram na televisão. A postura deles  é um misto de inocência, autenticidade, anseio  por liberdade, conformismo, falta de esperança, e sobretudo,  um olhar humano. É difícil descrever isso, mas lá nos pareceu que a essência do ser humano é mais presente. Eles são o que são, acanhados, reservados, mas depois que se consegue uma aproximação, o coração está alí, aberto e pulsante para ser acolhido ou ferido. Eles são vulneráveis. A maldade que conhecemos, as carapuças, as máscaras, lá não são vistas. Se tentam ganhar alguma vantagem, fácil identificamos e eles agem com vergonha ao serem notados. Somos treinados. Nossa sociedade nos moldou assim, vence quem é mais esperto e com mais habilidades desenvolvidas. O índice de criminalidade lá é praticamente inexistente. O governo é firme nas punições e fiscalizações. As pessoas tem medo de sair da linha. Todos buscam obedecer ao máximo, ainda que não concordem. É uma realidade muito ímpar. Ficamos muito mexidos com esse contato e descoberta. Provocou-nos muitos sentimentos. Bom, é mesmo difícil de explicar.

À noite, jantamos na casa particular e foi uma noite muito intensa. No inicio seguiram o script, fizeram o jantar, serviram a mesa e demonstraram que iriam nos deixar “à vontade”.  Não nos sentimos nem um pouco à vontade. Insistimos para que todos sentassem à mesa conosco e aí estabelecemos uma conexão. Foi uma refeição muito agradável e rica em termos de troca de cultura, experiências e sentimentos.  Os anseios ficaram latentes (tanto de um lado, como do outro, não se enganem),  com direito à varias reflexões sobre a vida e aí sim tivemos um “click” e pudemos compreender melhor muita coisa que na visão do turista pura e simplesmente, passam despercebidas. Aquela família nos marcou, fomos felizes na escolha da casa. Voltaremos certamente.


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5 noites em Havana

DIA 01

A nossa chegada em Havana (01/08/2015) se deu no horário noturno, o que nos fez crer que não é o melhor horário para se chegar àquele aeroporto. Os funcionários todos mau humorados, não havia muita informação sobre onde se deveria pegar as malas e na saída é um tumulto de gente com plaquinhas na mão aguardando os turistas. Achávamos inclusive que haveria alguém esperando por nos, pois foi o que combinamos com o dono do apartamento onde iriamos nos hospedar. Após um tempo de busca, desistimos e partimos para ir trocar nosso dinheiro. Uma fila gigante e um calor de derreter. Por conta do horário, não havia lojinha aberta para comprarmos cartão telefônico ou algo similar para podermos ligar pro dono do apartamento. Nesse momento, uma moça do aeroporto oferece seu celular (sim, eles tem celular) para que pudéssemos efetuar uma ligação e resolvermos de uma vez por todas o nosso problema de transporte DESDE que pagássemos 5 CUCs à ela por isso. 5 CUCS = 5 dólares! Paciência, né?

Após descobrirmos que ninguém iria nos buscar, pegamos um táxi por ali mesmo e pedimos que nos levasse para o endereço do apartamento onde os donos estariam nos esperando. No trajeto, a cidade parecia estar deserta, mal se via outros carros nas ruas e a iluminação não era das melhores. Se puder escolher o horário para chegar em Havana, definitivamente não escolha a noite. A impressão não é das melhores, nos causou uma sensação de insegurança, que só não foi real porque sabíamos que lá é seguro e as chances de enfrentarmos qualquer problema eram mínimas.

Ao chegarmos no prédio, que por sinal ficava em uma rua estranha, e sua aparência externa não era das melhores, fomos recebidos por Michel e seu companheiro que por sua vez nos pediram mil desculpas pelo mal entendido do transporte. Subimos em um elevador antigão e chegamos no apartamento que, contrastando com o cenário todo, era uma graça, totalmente reformado e aconchegante (fotos aqui).

DIA 02

Neste dia, um domingo, tomamos um belo café da manha preparado pelos próprios donos do apê que capricham em cada detalhe. Frutas frescas, suco de fruta natural, geleia, iogurte e bolo que eles mesmos fazem, pães quentinhos e ovos mexidos. Muito acolhedor. Para se desculparem sobre o episódio do aeroporto, não cobraram a taxa do café da manha desse dia. Achamos muito atencioso da parte deles.

A pé, fomos explorar os arredores, estávamos no bairro Vedado, bem próximo ao Hotel Nacional de Cuba, um hotel  histórico luxuoso que fica em frente ao Malecón (orla de Havana). A área comum do hotel é aberta a visitantes e fomos lá comprar um mapa da cidade e conferir um mojito em seu belo jardim. O local é muito agradável e se tornou nosso ponto de relax por algumas vezes durante nossas 5 noites de hospedagem em “La Habana”.

Dali, partimos para Havana Vieja até um Paladar (pequenos restaurantes, de iniciativa privada, apoiados pelo governo) que nos indicaram, mas o mesmo funcionava à base de reservas e não havia lugar para nós naquele momento. Reservamos para o dia seguinte e nos aventuramos em um outro, próximo à este,  em que o dono praticamente nos pegou pelo braço e nos levou até lá.

O lugar era uma portinha, na própria casa do cara, com umas 6 mesas no máximo na parte de dentro. O banheiro do lugar era o mesmo banheiro da família e dava para ver as escovas de dentes das pessoas. Pitoresco. A comida veio sem tempero (o que descobrimos depois ser super comum em Cuba) e os drinks e cervejas estavam ok. Lá para as tantas, entra uma dupla tocando musica cubana e o ambiente vira uma barulheira só. No fim foi divertido, exceto por uma taxa inventada que quiseram nos empurrar no final e quando questionados, tiraram rapidinho. Espertinhos esses cubanos…mas nós, brasileiros, somos PHD. rs

 

Partimos então, a pé mesmo, para o museo de La Revolucion. É um museu não muito bem cuidado, e também não muito atraente sob o meu ponto de vista. Lógico que se você for louco pela historia de Cuba, vai encontrar muita coisa por lá. Porem, saiba também, que vai passar um calor do cão. Aliás, calor é um tema importante. Vá preparado para enfrenta-lo. Andar pelo centro é desafiador, leve protetor, roupas leves, chapéu, calcado confortável e esteja pronto para suar às bicas. Rs

Na sequencia fomos até a Calle Obispo dar uma sondada na região, vimos o tão falado bar La Floridita, tentamos entrar para conhecer ,mas estava lotado, com as portas fechadas por conta do ar-condicionado e um cheiro insuportável de cigarro lá dentro. Foi por o pé e sair, apenas.

Continuando nessa Obispo, há outras opções mais interessantes de bar típico cubano. Achamos um com um espaço arejado e havia uma banda se apresentando e divulgando o trabalho deles. Momento muito agradável para refrescar-se e ouvir musica local.

Exploramos os arredores nas ruas “não-turísticas” e nos deparamos com moradias estilo cortiço, calcadas quebradas que dificultavam o transito de pedestres e também carros e ainda um mau cheiro de algo que parecia ser esgoto a céu aberto.

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Durante o dia, por inúmeras vezes, fomos abordados por pessoas que pediam dinheiro ou uma ajuda. Não eram diretos, sempre contavam uma história comprida junto, a fim de receber alguma coisa em troca. Para estes, os chamados Jineteros, não costumávamos dar muita bola. Para outros, se achássemos que devíamos, dávamos uns dos sabonetes que levamos para distribuir. Produto de higiene pessoal é algo valioso em Cuba. Inclusive, é bom levar o seu papel higiênico consigo, pois muitos lugares simplesmente podem não fornece-lo. Já em outros, em restaurantes, por exemplo, fica uma pessoa na porta distribuindo e “controlando” o papel que vai usar e depois se deve dar uma gorjeta a essa pessoa.

À noite, depois de muita andança e o principio de uma forte chuva, fomos a uma outra indicação para jantar. O lugar oferece comida italiana e chama-se 5 Esquinas (https://alamesacuba.com/es/la-habana/restaurant/5-esquinas-trattoria/). Agradável, comida boa e preços justos.

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DIA 03

Mais um dia em Havana Vieja, e dessa vez, almoçamos no local que havíamos reservado no dia anterior. O Paladar dona Eutimia é bem profissional apesar de ser enquadrado na categoria de Paladar (https://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g147271-d2182294-Reviews-Dona_Eutimia-Havana_Cuba.html).

Após almoço, resolvemos pegar o ônibus de turistas no parque central e fizemos um tour pelo Malecón, praça da revolução, Miramar e depois por haver vários pontos de parada, optamos pelo próximo de onde estávamos hospedados.

Tomamos sorvete na sorveteria Copellia (só vale para descobrir a fila gigante para quem compra com pesos cubanos e o quiosque quase vazio para turistas que compram com CUC’s) e compramos um cartão de internet na rua 23 que te dá acesso ao WIFI fornecido pelo governo em algumas ruas especificas e isso era super novidade no país, tinha sido “inaugurado” há 02 meses apenas. Nas ruas, podíamos ver grupos de jovens com seus tablets e smartphones conectados. Já outros, em videoconferência com pessoas/parentes que moram em outros países. Um marco e movimento muito interessantes de se observar num país em que a comunicação era inacessível até pouco tempo atrás.

Mais um pitt stop no Hotel Nacional onde conhecemos um espanhol solitário que nos contou histórias engraçadas sobre suas aventuras em Cuba.

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Para o jantar, um restaurante em um bairro residencial que possui comida muito boa. O lugar se chama Starbien e tem uma vizinhança muito agradável (https://www.tripadvisor.es/Restaurant_Review-g147271-d3700427-Reviews-Starbien-Havana_Cuba.html).

DIA 04

Reservamos este dia para o bate-volta em Vinales com o nosso taxista contratado, o Daniel. Super indicamos viajar com ele, motorista prudente e pessoa educada.

No passeio, é possível visitar uma fabrica de rum (nada demais) e uma fabrica de charutos (interessante), além de apreciar a vista da região. Almoçamos em um lugar com essa vista, e após, fomos a um lugar chamado caverna do índio que era bem pega-turista. Mesmo assim, cumprimos o protocolo e pagamos para ver. Haha

FABRICA DE RUM:

VINALES:

 

De volta a Havana, fomos direto ao Castillo El Moro conferir o pôr-do-sol e também conhecer o “Canhonaço”. Lá dentro tem uma pizzaria, a pizza era ruim, porem comestível. A vista desde a fortaleza é muito bonita e de lá se pode ver Havana em grande extensão do outro lado. Quanto ao evento, consiste na representação de um costume da época colonial, em que o porto era fechado para impedir a entrada ou saída de qualquer embarcação. O aviso sobre esta ação era feito por meio do tiro de um canhão. Com atores vestidos a caráter, eles fazem um teatro do que seria esse costume, culminando em um único tiro real de canhão. Na saída, há inúmeros artesões e artistas vendendo seus produtos. Na ocasião, conhecemos Alberto, um artista com belas esculturas em madeira. Pegamos seu cartão de visitas e nos comprometemos a conhecer seu ateliê no dia seguinte.

DIA 05

Ultimo dia antes de seguirmos viagem, estávamos de boa, sem muita obrigação de conhecer pontos turísticos. Pegamos um taxi até o Capitólio e de lá passeamos no entorno e procuramos o endereço do Alberto. Ao encontrarmos o Alberto, este se lembrou de nós da noite anterior e nos mostrou seu ateliê e peças. Encantamos-nos com seu trabalho e acabamos que compramos algumas esculturas dele.

Para o almoço, escolhemos um local aleatoriamente e passeamos também próximo à Plaza Vieja, onde há uma cervejaria que vende uns espetinhos servidos de maneira diferente. Ali estacionamos e ficamos ouvindo a musica ao vivo no nosso ultimo dia em Havana.

Para o dia seguinte, viagem previamente agendada com o táxi do Daniel para a cidade de Trinidad, mas essa é uma história que ficará para um próximo Post…