Fogaças in the world!

União regada a viagens e novas experiências


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Dia 4 – Krabi/Railay Beach

Chegamos no aeroporto em Krabi e pegamos uma van compartilhada para o pier de onde partiria um long tail até Railay Beach. No trajeto, conhecemos 2 brasileiros (mãe e filho) que viajavam juntos e ainda por whatsapp fizemos contato com um casal de Recife que estariam também chegando lá neste dia.
                                                                   A caminho de Railay
A chegada a Railay é dividida entre o lado leste e o lado oeste. O lado leste, por onde chegam  a maioria dos barcos, possui um pier flutuante. Já o lado oeste, a chegada é na água mesmo e tem que saltar do barco, molhar o pé e cuidar da bagagem.
Chegamos pelo lado do pier. Ufa. 🙂

Timetable e pier flutuante em Railay – Fotos by Gustavo Nery

O nosso hotel  reservado pelo booking (https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g1597036-d315452-Reviews-Sunrise_Tropical_Resort-Railay_Beach_Krabi_Town_Krabi_Province.html) era super próximo do pier, o que foi mega prático pois lá não percebemos muito apoio para carregar mala ou mesmo entrar e sair do barco. O esquema é bem se vire como puder. Não aconselhamos muito esse destino para quem tenha dificuldades de locomoção ou seja mais de idade.
Já no hotel, chegamos antes do horário de check in, mas nos deixaram entrar no quarto mesmo assim. O hotel super bem resolvido e confirmamos o que havíamos concluído com as prévias pesquisas, que seria um ótimo custo-beneficio.
                                                Mangue em frente ao hotel e acomodações
Para esta reserva, pensamos que como provavelmente iríamos passar o dia em passeios, a estrutura do hotel em si não importaria tanto. Uma boa cama, lugar pra estender roupa molhada e uma piscina estava de bom tamanho.
De malas acomodadas, fomos explorar o lado oeste que é onde tem uma praia boa pois na frente do nosso hotel, no pier, é um mangue e não serve muito para banho. Para cruzar do lado leste pra o oeste é super fácil e rápido, então, na hora de escolher hospedagem esse fator não fará muita diferença.
Encontramos o Gustavo e a Ana e fomos direto para a praia em Railay west comer e curtir o restante do sol que tava de torrar. Incrível como faz calor!
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O Pedro se empolgou e foi fazer stand up paddle e quando voltou nos contou de uma praia ao lado cujo acesso era por uma trilha.
                                                                         Railay West
Fomos pela trilha escalando uma rocha e chegamos até Tonsai bay. Do outro lado, um bar aparentemente “weed friendly” e um belo por do sol.

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Por do sol em Tonsai Bay
Ficamos ali curtindo a paisagem e seguimos de volta, pelas pedras mesmo pois a maré havia baixado. Ambos caminhos exigem algum esforço, mas nada que ofereça alto risco ou exija um mega físico.
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Cair da tarde em Railay West
Na volta, agendamos passeio pro dia seguinte, banho no hotel pra tirar o sal e jantar muito bom em um indiano (https://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g1597036-d5973024-Reviews-Kohinoor_Indian_Restaurant_Pizza-Railay_Beach_Krabi_Town_Krabi_Province.html):
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Opções tanto para carnívoros como para vegetarianos. Boa comida, todos gostaram! 
Para a manhã seguinte, passeio a Hong Island!


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Dia 3 – Tailândia – Bate e volta Bangkok/Phetchaburi

Tivemos que acordar bem cedo pois às 7 horas da manha o motorista contratado estaria no apartamento para nos pegar. O carro bem confortável e o motora não falava uma palavra em inglês. A viagem até o Wildlife Friends Foundation Thailand, dura cerca de 2 horas e meia.
Para reservar com eles, basta acessar o site (https://www.wfft.org/) e preencher um formulário. Eles mandam email de confirmação e pedem também que se pague uma parte adiantado via paypal. Agendamos a visita e também o transporte particular. Chegamos a ver como ir de transporte publico mas nos pareceu complicado e demorado com pouca diferença de economia.
No caminho, ja fora de Bangkok, vimos alguns monumentos de buda e também templos de monges.
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As placas dos estabelecimentos ja todas apenas em tailandês o que nos provoca uma sensação de analfabetismo curiosa.
Chegando no santuário, fomos muito bem recebidos por uma voluntária que logo nos acomodou junto às outras pessoas que estavam lá para fazer a visita do dia inteiro.
Feita a apresentação inicial, ela nos guiou pela propriedade e logo de cara demos bananas a uma elefante que fica sozinha próximo às instalações.
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Boonmee é uma senhora de 60 anos aproximadamente que foi resgatada da indústria do turismo, onde os elefantes são explorados com cadeiras nas suas costas levando gente o dia inteiro. Descobrimos que ao contrário do que se possa pensar, a musculatura desses animais não é feita para suportar peso. E Boonmee tinha suas marcas. Seu dorso literalmente afundado, cega de um olho por chicotadas, fora as cicatrizes dos diversos ferimentos que sofreu com o tempo.
Elefantes são animais selvagens. O processo de domesticação é cruel e traumatizante para esses bichos. Alem do mais, quando não suportam mais o fardo de carregar pessoas eles são simplesmente deixados para morrer privados de alimentação. Aí que entra o trabalho de fundações como a qual visitamos. É muito pouco o que conseguem fazer em termos de resgate, mas é valido e digno para os animais que tem a sorte de serem acolhidos e bem tratados até seus últimos dias.

Alem de elefantes lá há outros tipos de animais, incluindo macacos, ursos e algumas aves. Todos resgatados e com alguma historia de aprisionamento, maus tratos ou simplesmente abandono como o caso de alguns macacos que eram criados em apartamento como animais de estimação.

Depois do tour para conhecer todos os bichos em uma caminhada de mais ou menos uma hora e meia, tivemos pausa pro almoço (há opção vegana)  que estava muito bom por sinal.
Apos a refeição, é chegada a hora de levar um dos elefantes para a caminhada diária e também banha-lo. Nós ficamos com a Boonmeee e o jeito de encoraja-los a caminhar é com um baldinho de frutas. Damos a fruta na tromba dela e ela mesma leva a fruta até a boca. Experiencia unica e emocionante. Caminhar junto a tao enorme e pesado animal e ao mesmo tempo senti-lo puxar a fruta da sua mão com delicadeza é indescritível.
Feita a caminhada, nos revezamos para esfregar ela com água e vassoura e assim ajudar a manter sua pele limpa mesmo que por pouco tempo. Para os elefantes, o banho de poeira que eles mesmo dão em si é importante para manter a saúde da pele pois a sujeira funciona como um filtro solar e evita queimaduras de sol no seu dorso.
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Logo apos essa especial interação, nós fomos de caminhonete conhecer os demais elefantes da propriedade, no total são 18 destes animais e ficamos sabendo da historia de cada um. É bem emocionante. Um deles conseguiu resgate ainda jovem e foi poupado do processo de domesticação. Este vive com sua mãe adotiva em uma área com isolamento mais reforçado pois costuma atirar pedras e paus nas pessoas com sua tromba. Alem de ter destruído toda a vegetação em volta. Para este, jogam comida de longe pois ele realmente oferece perigo.
Saímos de lá contentes com a quantidade de informação que recebemos e felizes em ver que investimos nosso dinheiro em iniciativa que de fato se preocupa com o bem estar dos animais. Por toda a Tailândia oferecem passeios em cima de elefantes. Nós optamos em não apoiar este tipo de ação. Conhecer o Wildlife Friends Foundation Thailand reforçou mais ainda nossa opinião.
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Ao final do passeio, nosso motorista nos levou de volta para Bangkok. O trânsito estava terrivelmente intenso.  Pedimos via google tradutor para ficar na região dos shoppings. Entramos no MBK e por lá jantamos. Esse shopping é grande e cada andar é um tema (roupas, coisas de casa, eletrônicos, etc.).
O esquema da praça de alimentação é curioso. Pega-se um cartão recarregável em uma cabine e lá mesmo carrega com o valor que vai precisar. Nos restaurantes ou quiosques, só passar esse cartão para pagar. Para nossa alegria, encontramos um quiosque só de comida vegetariana. Pedimos 3 pratos e deu em torno de 20 reais. Estava tudo muito bom e bem apimentado. Adoramos!
O shopping fecha as 22:00 mas as 21:00 já iniciam o movimento de fechar. Saímos de lá para pegar um táxi até o apartamento para descansar pois no dia seguinte, logo cedo, tínhamos um voo para Krabi.


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Tailânida – Bangkok dia 02

Para nossa surpresa, até que conseguimos  acordar cedo e saímos com os planos de visitar os templos nesse dia.  Antes, uma paradinha no 7 eleven pro café da manhã.

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Pedimos um carro pelo GRAB e solicitamos para que nos deixassem no Grand Palace. O transito estava intenso e a corrida demorou mais que o esperado. Para completar, neste exato dia havia um evento lá envolvendo o aniversario de morte de 6 meses do Rei. Muito tailandês vestido de preto e algumas ruas estavam interditadas.  O taxista era um jovem engenheiro químico que havia iniciado com o taxi há poucos dias como segundo trabalho. Ele nos contou um pouco sobre o amor das pessoas ao rei morto e o respeito ao sucessor, seu filho. Contou ainda que o rei fez muitas coisas boas pela Tailândia. Esse rei é um caso a parte.  Em Bangkok, tem foto dele espalhada pra todo lado. Inclusive dentro de shopping. É algo curioso. Vi em algum lugar que há uma lei que proíbe que se fale mal do rei. Então tá, né?  Vou nem colocar foto dele aqui então. Haha20170302_091427

Depois de nos perder um pouco indo pro lugar errado, chegamos no Grand Palace. Lá estavam outros 3 brasileiros nos esperando para passearmos juntos. Uma novidade nessa nossa viagem foi a possibilidade de marcar encontros com pouco tempo de antecedência com o pessoal que também está viajando, por grupos de whatsapp. Recurso bem interessante, inclusive para quem viaja sozinho (que era o caso de um dos que estava conosco este dia).

Chegando lá encontramos o pessoal , aquela MULTIDAO de gente para visitar este ponto turístico e aquele calor belezinha típico de Bangkok. É bom andar com protetor solar e uma garrafinha de agua. Para entrar, essencial estar de calça e ombros cobertos, senão não entra. Essa regra é rígida, então vá preparado.  Apesar de lá ter “roupa” para emprestar ou calças que chamo de calça de Aladdin para vender nas barraquinhas na rua, ganha-se tempo se já for vestido do jeito adequado.

O lugar é enorme e há templos dentro, não conseguimos ver tudo. Não por falta de tempo, mas por falta de paciência mesmo. Com aquele horror de gente somado ao calor, chega um momento que esse cenário nos faz querer sair de lá correndo. Mas do que conseguimos ver, podemos dizer que é um lugar muito bonito e riquíssimo em detalhes em sua arquitetura.

É bem surpreendente e impressionante, não se parece com nada que havíamos conhecido antes.

Era hora do almoço e saímos caçando lugar para comer fora do templo, pelo TripAdvisor conseguimos chegar num lugar bem avaliado mas que estava fechado então resolvemos perambular e ligar o modo “feeling” ON. A gente entrou em uns becos, atravessamos um mercado de peixe perto de umas docas e quando estávamos quase convencidos que estávamos no fim dos fins do mundo, eis que “surge” um restaurante bem convidativo à nossa frente, às margens do Rio. Parecia miragem no deserto. Kkk

O lugar chama Eat Sight Story e tem um deck agradável. Tem vista para o Wat Arun e dá para acompanhar o vai-e-vem dos barcos no Rio Chao Phraya enquanto faz sua refeição.  Ficamos lá por bastante tempo, jogando papo fora e trocando experiências.

Na sequencia, fomos ao outro ponto turístico nesse mesmo lado do rio, o Wat Po, que é o templo do buda reclinado. Lá, ao contrario do Grand Palace, é bem tranquilo e pequeno. Dá para visitar com calma e ainda encontrar uns monges pelo caminho.

 

Inicio da noite, fomos conhecer a tão falada Khao San Road. É uma rua não muito extensa, cheia de barraca, gente pra todo lado, música alta (tipo pancadão) e algumas ofertas de bichos exóticos para comer (tipo grilo, escorpião etc). Acho que nesse ponto os tailandeses devem dar risada, mó galera viaja o mundo pra comer escorpião/aranha quando nem eles comem. Essa, nós passamos.

Mas achamos um bar lá e ficamos imersos da vibe jovem dessa rua por umas boas horas. Ponto para a confusão do fuso horário. Rs Já era madrugada quando pegamos o taxi (também pelo GRAB) para o apartamento. Dica aos vegetarianos, tem um Burguer King lá na Kao San e é muito gostoso. Achamos melhor que o do Brasil.

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Bom, pro próximo dia de passeio, iríamos conhecer os elefantes o que já estava agendado desde o Brasil. Até o próximo Post!

 

 

 


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Tailândia – Bangkok dia 01

Após 26 horas viajando, com direito a voo de 8 horas com escala  (ficamos uma hora dentro do avião) para abastecer em Lomé (Togo), depois conexao em Addis Ababa (Etiópia)  + boas horas de espera + outras 8h de vôo, chegamos em Bangkok!

Experiencia Ethiopian Airlines: Comida vegetariana (feito o pedido com antecedência online), nos primeiros trechos, bem mais ou menos. Nos demais, já estava melhor. O pessoal (brasileiros, colegas de grupo de viagem no whatsapp) que encontramos no caminho, nos disseram que a comida regular (que servem para a maioria das pessoas) era boa e satisfatória.

 

Aeroporto na Etiópia

A pessoa chega meio zureta, não vamos negar. O negócio é engatar o “força na peruca” e tentar raciocinar adequadamente para ir no health control mostrar a vacina da febre amarela, passar na imigração (fila enoooorme), trocar dinheiro (leve dólares), comprar um chip de celular e pedir o trasnporte pelo GRAB (tipo o Uber daqui). Aqui tambem tem UBER, mas esse GRAB é mais competitivo e permite um chat entre você e o motorista pare que te encontre no lugar certo. O Uber tem o pepino do cadastro do celular do brasil daí a comunicação não é muto efetiva…

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Importante levar o comprovante da vacina da febre amarela! Comigo só perguntaram a data que saí do Brasil, com o Pedro mediram a temperatura dele pra ver se nao tava doente. hahah

Uma vez no taxi, descobrimos que a história dos tailandeses falarem inglês é lenda. Eles, no geral, entendem palavras soltas e é assim que deve tentar se comunicar para conseguir o que precisa. Para nossa sorte, a moça que alugou o apartamento era fluente e nos ajudou com as direções para chegar no apartamento dela.

As instalações do prédio muito boas e muito suficientes para as nossas necessidades. melhor de disparada (e preço ótimo!) que qualquer hostel. Se estiver viajando em duas pessoas, não pense duas vezes: http://www.booking.com/hotel/th/mayfair-place-sukhumvit-64.pt-br.html?aid=318615;label=Portuguese_Brazil_PT_BR_27123292225-W6hGKr0IlV28E_aFIzJIOwS102772901545%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap2%3Aac%3Aap1t1%3Aneg%3Afi2644295816%3Atidsa-166246059625%3Alp1001725%3Ali%3Adec%3Adm;sid=bf07598e5955477f43bdc1ebce1c99e0;checkin=2017-03-19;checkout=2017-03-20;ucfs=1;soh=1;highlighted_blocks=;all_sr_blocks=;room1=A%2CA;soldout=0%2C0;hpos=1;dest_type=city;dest_id=-3414440;srfid=c864dae160b0bdae7253b2ccbc28c27cb6e496bcX1;from=searchresults;highlight_room=

Super perto de uma estação (punnawith) do BTS esse apartamento.

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Pegamos o metrô e fomos passear no Asiatique. Valeu muito a pena. Chegar a partir das 19h. Na estação Saphan Taksin, procurar pelo barco com o logo do Asiatique que leva até lá (é de grátis!).

Lá é O lugar para passear na sua primeira noite em Bangkok. Super charmoso e bom pra dar uma volta e comer. Não foi tão complicado acharmos opção vegetariana e comemos um Pad Thai (90 THB) adaptado delicioso! A pimenta é um caso a parte, se não gosta, peça sem! Nós amamos. De fato, como falam, comer na Tailândia não é caro. Se planeja uma viagem econômica, esse é o lugar!

Bom, o fuso bagunça um pouco nossa cabeça. precisamos dormir para cedo acordar e ir passear, porém estamos aqui escrevendo…

Vamos atualizando sempre que possível! Até agora, amando cada segundo! 🙂

 

 

 


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TAILÂNDIA – ROTEIRO DE DUAS SEMANAS

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Desta vez, vamos explorar a Ásia! Será nossa primeira vez no continente e optamos pela Tailândia como sendo nosso primeiro contato com a cultura oriental.

O destino tem estado na moda para os brasileiros, o que é justificado por lá os preços das coisas serem bem acessíveis o que faz com que não seja uma viagem muito cara no final das contas.

Voos para Ásia, no geral, costumam ser caros. Porém, como é de praxe, vínhamos acompanhando as promoções de passagens e conseguimos bons preços pela Ethiopian Airlines (compramos com 04 meses de antecedência). Além dela, outras companhias tem feito promoções com certa regularidade. Então, o negócio é ficar de olho e aproveitar quando a oportunidade surge!

Quer saber onde encontrar dicas de ofertas de passagens? Acompanhem o site “Melhores Destinos” (www.melhoresdestinos.com.br) e saibam quando surgem ofertas nacionais e internacionais. Os caras vivem de caçar e divulgar as promoções. Muito útil!

Costumamos dizer que nem sempre voamos para onde queremos, mas sim para onde as promoções apontam. E para adictos a viagens, não há sensação mais prazerosa do que conseguir comprar uma passagem em oferta! J

Requisitos para esta trip:

  • Passaporte válido com mais de 6 meses de “folga” até o vencimento.
  • Vacina da febre amarela em dia + certificado internacional da mesma fornecido pela ANVISA
  • O turista brasileiro NÃO necessita de visto para entrar no país

 

O País:

A Tailândia está situada no sudeste asiático. É conhecida como a terra dos sorrisos. Fala-se que as pessoas lá no geral são simpáticas e recebem bem os turistas. O idioma é o Tailandês e nas zonas turísticas arranham no inglês. O elefante é o animal que representa o país. A religião predominante é o Budismo Teravada, que é parte integrante da identidade e da cultura tailandesa.

Lá é uma monarquia constitucional e atualmente é regido por uma junta militar, que tomou o poder em maio de 2014, através de um golpe de estado. É liderada pelo rei Maha Vajiralongkorn, que ascendeu ao trono em 2016.

Terra do Muay Thai e das tradicionais massagens tailandesas, esse país é carregado de cultura, templos budistas, comidas típicas e praias paradisíacas. Há também seu lado sombrio, como o turismo sexual e alguns conhecidos golpes em cima dos turistas mais desavisados. De tudo o que lemos, os brasileiros normalmente não caem nessa. Se podemos assim dizer, há um lado positivo em toda malandragem que conhecemos: isso nos dá recurso para não sermos enganados mundo afora.

Feita a lição de casa, vamos ao roteiro:

A GRANDE maioria das pessoas incluem, além da capital e das praias, CHIANG MAI (ao norte do país) em seu roteiro. Nós tivemos que priorizar nossos interesses e optamos por excluir esse destino, pois nosso objetivo seria mais praia e menos templos religiosos. Em resumo, nossa viagem ficou restrita à Bangkok e às praias do sul, com um voo interno para não perdermos tempo com deslocamento.

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1° DIA – Voo SP-Bangkok de MUITAS horas + chegada e ambientação

BANGKOK – 03 NOITES

KRABI – 04 NOITES

KOH PHI PHI – 03 NOITES

KOH LANTA – 02 NOITES

BANGKOK – 02 NOITES

Último dia – Voo início da madrugada

 

Os detalhes de cada dia pretendemos atualizar durante a viagem! Até lá!!


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04 noites Cayo Santa Maria + Última noite Havana

Saímos de Varadero programados a ir em um “Taxi” agendado pela dona da casa onde nos hospedamos. Quando o moço chegou estava em um carro normal, popular, que parecia particular. Até aí tudo bem, porem a criatura dirigiu uns metros e parou mais à frente querendo terceirizar o serviço e quis que fizéssemos  essa viagem em algo tipo um cadillac anos 50, nos dizendo que era novo. A gente se estressou mas também demos risada, pois o dito carro não tinha encosto para a cabeça, nem cinto de segurança e nem retrovisor! Confortável, mas sem condições em termos de segurança, ainda mais pra pegar estrada. Lembro-me claramente da criatura falando que em Cuba as estradas eram tranquilas. De pronto o Pedro argumentou que em Cuba ou no Brasil as leis da física eram as mesmas…com bom humor tudo se resolve. haha

Depois de alguma discussão, ele tratou de nos levar no carro mais normalzinho. Sua justificativa em não ir de início era porque estava doente. Mas ao longo do percurso e nas demonstrações de medo de policiamento dele, percebemos que tinha algo estranho. Em algum momento ele nos contou que o carro era alugado e não poderia transportar passageiros/turistas. Enfim, uma bela de uma aventura. Sorte não termos sido parados, senão o BO poderia ter sido maior e o tempo até o destino também.
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Muito cansados da viagem, chegamos finalmente ao Resort Meliá Las dunas, em Cayo Santa Maria. Tinha uma fila até razoável pro check in e ao sentarmos para esperar já nos ofereceram bebidas para refrescar. Pela primeira vez nos rendemos às mordomias do all inclusive.

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A estrutura do local é grande, há inclusive carrinhos de transporte caso seu quarto esteja longe. Os quartos, espaçosos. Tivemos um incidente em um deles, uma das camareiras resolveu levar embora um perfume. Aconselho levar sempre mala com cadeado e não deixar nada valioso à mostra. Gorjeta lá é o que esperam o tempo inteiro para todo e qualquer serviço. Teoricamente na maior parte das vezes nada acontece. Tivemos azar.

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Os restaurantes do local são no estilo Self service com “estações” de comidas especificas, como massas por exemplo. No geral, é bem tumultuado com muita gente para todos os lados. Há quem faça montanhas de comida e largue a comida para trás. Há também restaurantes que só podem ser frequentados mediante reserva. Nesse molde, conhecemos o mexicano e o romântico.

Em termos de entretenimento e atividades, há um SPA com massagens e serviço de manicure. Há umas apresentações de música à noite que acabam cedo e também tivemos noticia de uma baladinha que não fomos conhecer.

Mas vamos ao ponto principal: A praia maravilhosa do lugar! É uma praia esplêndida, praticamente deserta, pois a frequência se resume apenas aos hóspedes do hotel e muitos deles por estarem em família, preferem as atividades ao redor das piscinas do resort.

Em resumo, vale muito a visita mas não recomendamos muitos dias pelas  restrições locais como acesso e ficar preso ao resort em termos de alimentação.

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Julieta, o melhor atendimento de todo o hotel.

Para voltar a Havana optamos pelo o ônibus de turistas e foi um martírio. Além do tempo normal que demoraria, tivemos o azar de atrasarem a saída por um ônibus quebrado e isso nos custou chegar em Havana quase não a tempo para encontrar local para jantar. Pedimos para descer no Hotel Nacional e lá fizemos nosso último jantar em Cuba.

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Na manhã seguinte, café da manhã no mesmo apartamento do inicio da viagem e aeroporto.

Cuba é um destino ímpar. Temos vontade sim de voltar. Principalmente à Trinidad e à família que lá deixamos. Foi uma experiencia enriquecedora.


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Varadero – 03 noites

Saímos de Trinidad com vontade de não ir embora de tão boa experiencia que lá tivemos, mas seguimos o nosso roteiro e pegamos um Táxi até Varadero.

A viagem é relativamente longa o que nos fez chegar, largar as malas na casa particular (detalhes aqui) e pedir indicação de um local para almoçar.

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Posto de Gasolina na Chegada à Varadero

Fomos ao Pequeno Suárez (https://www.tripadvisor.ca/Restaurant_Review-g147275-d5972622-Reviews-Pequeno_Suarez-Varadero_Matanzas_Province_Cuba.html) e lá nos resolvemos. Comida OK e ambiente estruturado, porém percebemos os preços um pouco acima do que tínhamos encontrado até então. Pensamos logo: cidade mega turística, deve ser esse o ponto.

Não havia mais muito tempo de sol, fomo ansiosos conhecer a praia próxima à nossa hospedagem. Estávamos na área pública, longe dos Resorts, o que nos deu a oportunidade de compartilhar a praia de igual pra igual com cubanos em férias, turistas, e quem quer que lá estivesse. Boa impressão à primeira vista.

Para o jantar, descobrimos o Don Alex (https://www.tripadvisor.ca/Restaurant_Review-g147275-d4002219-Reviews-Don_Alex-Varadero_Matanzas_Province_Cuba.html), restaurante super em conta e com pizza, inclusive.

No dia seguinte fomos à praia novamente mas dessa vez avançamos mais um pouco e pegamos coco-taxi pela primeira vez e descobrimos que cobram bem para uma moto com garupa em forma de coco. haha

Um fato curioso é que a praia pública estava muito suja, era Agosto e época de férias em Cuba então havia bastante gente. Havia latas e garrafas para todo lado e no fundo do mar, inclusive. Retiramos bastante lixo ao mergulharmos com snorkel. Lamentável.

Para o almoço, um restaurante na rua principal com um passeio ao “delfinario” (“golfinário” isso existe?) agendado em hotel próximo.Nem todos iriam (estávamos em 4) então nos dividimos. Dois de nós foram ver os golfinhos e dois pegaram o city sightseeing que é um passeio curto mas serve para ter noção da região, caso esteja sem carro.

Os golfinhos são criaturas amáveis, tive oportunidade de vê-los “à vontade”, sem estarem fazendo truques para os quais foram condicionados. Por outro lado, vê-los “trabalhando” me deu certa angústia e eu particularmente não quis pagar a mais para interagir mais de perto com os mesmos.

À noite voltamos ao Don Alex e lá encontramos outros brasileiros que também expressaram sua opinião sobre o lugar: bom e barato comparado aos outros da cidade.

Para o dia seguinte,mais praia linda e um jantar surpreendente no Varadero 60. Restaurante indicado por um taxista e que oferece um padrão mais elevado de atendimento. Fomos mimados lá. Uma boa pedida para a despedida de Varadero.

 

Próximo passo, outro paraíso chamado Cayo Santa Maria.