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San Andrés Isla

1 comentário

San Andrés… Ah San Andrés! É definitivamente um destino que nos tira o fôlego e as palavras!!!

Acho que a demora em meses para escrever esse post tem uma relação direta com a dificuldade em descrever as sensações que a ilha causa.

Vamos começar pela chegada ao aeroporto. Este é bem pequeno, parece uma rodoviária, com ventilador de teto e tudo mais. Ao tomar o taxi, não sabíamos que iriamos percorrer apenas umas quatro ou cinco quadras até o hotel e sermos cobrados o preço padrão, pois não existe taxímetro por lá. Mas tudo bem, o taxi parou ao lado do hotel, que era na beira da praia e, pasmem, ao descer, nos deparamos com AQUELE MAR DO CARIBE que gritava de tanta beleza. Eu tive meu momento “estado de choque” e não consegui nem lembrar da mala que deveria ser retirada do porta-malas. Petrifiquei ali mesmo.

Vista de frente ao hotel:DSC_0115
 Nem adianta dizer que é o chamado mar de sete cores e blá, blá…As fotos não fazem jus ao que os olhos veem. Elas nos dão apenas uma boa noção.

O mar de San Andrés é magnifico, com agua morna e calma, devido à barreira de corais que protege a ilha. Um must see para quem viaja a Colômbia. Inclusive, há quem vá a Colômbia apenas para visitar San Andrés.

DSC_0208   El mar de siete coloresDSC_0187

As atividades da ilha se resumem em fazer nada na praia, fazer nada na piscina do hotel, comer nos restaurantes (caso não opte pelo sistema all inclusive), agendar um passeio de barco se as condições dos ventos permitirem, alugar um carro de golfe e percorrer toda a ilha (parando nos pontos turísticos), comprar bebidas e perfumes (lá é tax free) e também, menos importante, ir a um programa “pega turista” chamado noche blanca.

“Fazer nada” em San Andrés é simplesmente uma delicia. Contemplar aquele mar simplesmente é o melhor dos programas, em minha opinião.

DSC_0184

Mas vamos aos detalhes essenciais para “aquela mãozinha” aos que lá resolverem visitar.

Compramos o voo com a LAN, que na verdade foi uma troca de milhas.

Reservamos hotel pelo booking (nosso queridinho) e optamos pelo Bahía Sardina (http://www.bahiasardina.com/es/). Esse hotel oferece como opção o sistema all inclusive, mas resolvemos não arriscar. Chegando lá descobrimos que foi a melhor coisa que fizemos. O all inclusive deles não vale a pena.

Porem, se for um viajante adepto a este tipo de sistema, em San Andres deve optar por um dos hotéis da rede Decameron que domina a ilha. Lembrando que o Decameron  San Luis é o mais longe de todos e se quiser ir a “cidade” terá que tomar taxi. A vantagem dessa rede é poder comer e beber em qualquer um dos hotéis.

Para os exigentes, talvez seja importante a informação de que o que é considerado 5 estrelas em San Andres, não pode ser equiparado a um cinco estrelas da maioria do resto do mundo. Essa é uma das maiores reclamações no tripadvisor.

Os passeios de barco lá parecem interessantes, quando são possíveis de fazer. Conhecemos um casal que nos passou o contato de uma mocinha que informava sobre os passeios, se iriam sair, pelo whatsapp. Tem o passeio para Johnny Key (uma ilhota) e outro para ver arraias e peixinhos que eles chamam de aquário. Só fomos ao aquário, pois o Johnny não “abriu”. Para o aquário, sinta-se mais seguro usando sapatilhas e reduzindo o risco de se machucar com os ouriços-do-mar.

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O passeio do aquário consiste em dar uma passada nos mangues, passar por um navio encalhado na barreira de corais (desde que a galera do barco pague um pouco a mais) e finalmente atracar num pedaço de terra e explorar os arredores. Neste momento, alguém da tripulação do barco literalmente “cata” uma arraia e segura ela para as pessoas tirarem fotos. Depois ele solta. O rapaz também leva o grupo para observar peixes. Nosso passeio foi meio tumultuado, abriu de ultima hora por conta do tempo e me parece que não deveria ter sido aberto. A agua tava agitada e dificultava até enfiar a cara debaixo para ver os peixes. Quando menos se esperava, a corrente saia nos levando. Acho que com o tempo melhor, o passeio deve ser bem mais agradável.

20150312_160627Navio encalhado na barreira de corais

Alugar o carrinho de golf é super fácil e divertido. Ninguém te pede carta e também não oferecem muitas instruções. Te dão a chave e seja feliz. A gente riu muito com esses carrinhos, eles são bem lerdinhos, mas lá não é preciso pressa, até porque, a ilha é pequena e perderia a graça dar a volta nela em poucos minutos.

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No trajeto, tem os pontos de parada “obrigatórios”. São eles: West view, hoyo soplador, la piscinita e outros que não fomos. Para entrar no West view e la piscinita paga-se um valor. No hoyo soplador não paga nada, mas os barraqueiros te vendem a ideia de que comprar a piña colada seria o pagamento da atração, como meio de ajuda-los. A piña colada é boa, não hesite em comprar

Hoyo SopladorDSC_0303                      DSC_0313            DSC_0183

West View

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Aconselho parar pra comer no The Grog que é um pé na areia maravilhoso. Dá pra comer embaixo da arvore, olhando aquele mar feio e apreciando a boa comida ao som de um reggae.

The Grog
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Quanto a “noche blanca” esse é um capitulo a parte. Fazem a maior propaganda desse barco que sai tocando rumba noite afora com bebida e jantar incluso. Nos animamos, afinal, em San Andres não parece ter muito agito a noite. Até tinha uma discoteca na ilha, mas não abriu durante nossa estadia lá. Bom, voltando ao barco, chama-se noche blanca porque teoricamente tem que ir vestido de branco. Bem, ninguém me barrou por eu estar de amarelo, mas ao me deparar com a cena me transportei para uma noite de réveillon:  o povo realmente leva a serio a historia de ir de branco! Haha As ditas bebidas são na verdade refrigerante ou suco artificial com vodka, nada além. O jantar por outro lado tava bom, bem organizadinho. A musica rola solta, a “gringaiada” solta a franga e depois volta-se pra terra firme. Sorte que não estávamos sozinhos, caso contrario, acho que não teríamos nos divertido muito por lá.

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Para quem gosta de mergulho, há varias empresas oferecendo a atividade. Ensaiamos ir um dia, mas tinha o lance da margem de segurança em horas antes do voo e acabamos que deixamos de lado. Mas imagino que mergulhar lá não deva ser algo que alguém se arrependa de fazer.

Por fim, ir a San Andrés é aproveitar a natureza e o que ela tem a oferecer. Deixar a ilha é sentir um gostinho de quero mais e também já pensar em retornar um dia. Encatadora experiência.

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Decolar nunca foi tao surpreendente…hasta luego Colombia!

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Um pensamento sobre “San Andrés Isla

  1. Adoreeeeiiiii! Ai que saudade que dá! Super bem escrito, bem como eu tenho vontade de contar quando me perguntam sobre San Andrés! Saudade de vocês também! Um beijão, e espero que até breve!

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