Fogaças in the world!

União regada a viagens e novas experiências


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Dia 08 – Knysna

Dia bonito, ensolarado, fomos fazer o passeio de barco em Knysna. É um passeio simples, dentro do “lago” (é de água salgada) em que nos contam histórias do local. Vale a pena, especialmente se escolher o barco mais simples que faz a mesma coisa que o que vendem como mais “privativo” e custa o dobro do preço. ImagemImagemImagemImagemImagem Imagem Imagem Imagem Na sequencia, pegamos toalhas na próxima hospedagem (http://www.overmeergh.co.za/) Imagem e arriscamos um banho na praia de buffalo’s bay. A água tava gelada para nossos padrões (12°C), mas surpreendentemente conseguimos aproveitar junto com os outros banhistas que pareciam não estar nem aí com a temperatura da água. ImagemImagem Ao final do dia, mais um jantar no waterfront, onde, além de opções de restaurantes, há lojinhas com artesanato e souvenirs.

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Dia 07 – Port Elizabeth – Knysna

Em Port Elizabeth demos uma volta na cidade e passeamos um pouco em um centro comercial aberto, em frente a praia,  chamado “The board walk” (http://www.portelizabeth.co/activities/places-of-interest/the-boardwalk-casino-and-entertainment-world/),  lá também funcionam um hotel e um cassino.

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Após, fizemos um tour de carro mesmo pela cidade e fomos até o estádio que sediou alguns dos jogos da copa. A vizinhança do estádio nos pareceu um pouco insegura, tiramos algumas fotos do carro mesmo e seguimos para Knysna, com parada prevista no caminho para o tão famoso bungy jump.

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Lá no local do bungy jump (http://www.faceadrenalin.com/) é possível saltar a cada uma hora em grupos e caso a pessoa não queira saltar, ela tem opção de pagar um valor reduzido para ir até o local do salto (uma ponte) ou ficar assistindo (sem custo) os saltos das pessoas pela televisão do restaurante.

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Na sequência fomos em direção à Knysna (pronuncia-se “náisna”) onde conseguimos mais uma hospedagem mediante o booking.

Chegando no B&B (http://www.aestas.co.za/), fomos recebidos por um casal holandês meio simpático. Digo meio, porque, a senhora era um doce de atenciosa e já o senhor um pouco “brutinho” pro nosso gosto. Mas deu tudo certo para o nosso propósito, vista muito bonita para o lago, quarto limpo/confortável e tinham um jardim muito agradável com piscina e a presença de Binky, um vira-latas já velhinho que mora lá também.

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Jantamos no waterfront (fomos caminhando), num restaurante bem lotado de frutos do mar e outras coisas (http://www.drydock.co.za/)  e, durante o jantar, decidimos ficar mais uma noite na cidade para curtir as atrações locais.


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Dia 06 – Cape town – Port Elizabeth

O dia hoje foi puxado, decidimos esticar até Port Elizabeth para reconhecimento da área, voltarmos com calma e aproveitarmos melhor os lugares que mais gostarmos. Na estrada, usamos o notebook (captando o sinal enviado pelo roteador do celular) para acessar o booking e reservar um lugar para passar a noite (viva à tecnologia!).

As paisagens no caminho são belíssimas, em alguns pontos do percurso você dirige margeando o oceano. Ao passarmos por Mosselbay, resolvemos dar uma pausa para o almoço e nos surpreendemos com a beleza da cidade.

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Almoçamos no Ocean Basket (http://www.oceanbasket.co.za/) com vista para a praia. Almoço super agradável e a atendente muito simpática.

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Daí pra frente, rodamos mais uns 400 km sem paradas para não chegar em Port Elizabeth a noite. Chegando na cidade, fomos direto ao B&B escolhido (http://www.victoriaandalfred.co.za/) e como era de se esperar, estávamos bem cansados da viagem. Jantamos num mexicano indicado pela moça do B&B e depois, o merecido descanso.

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Dia 05 – Cape Town

Nosso passeio para Robben Island estava marcado para as 09:00 e no ticket (comprado previamente online http://www.robben-island.org.za/index.php?option=com_content&view=article&id=13&Itemid=13) pediam para chegar com meia hora de antecedência. O hotel ficava há uns 10 minutos do V&A waterfront onde se pega o barco para a ilha. Do barco é possível ver a Table Mountain e a cidade ficando para a trás. É bom levar uma blusa, pois o vento que bate é meio geladinho.

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Já na ilha, demos uma volta de ônibus pelas instalações que eram de uso dos guardas, o lugar onde os presos quebravam pedras e também nos foram contadas várias histórias do local. Após, seguimos a pé por um tour entre as celas e o guia era um ex-prisioneiro, que nos conta as privações que passavam e também algumas historias sobre o mandela. A cela onde o mandela ficou preso era pequena e individual mas não chegou a nos chocar…

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Já de volta, almoçamos no V&A waterfront onde há muitos restaurantes e um shopping com diversas marcas famosas e os preços não pareciam absurdos. É um lugar muito agradável para comer e passear. Lá também pedimos informações sobre o teleférico que leva até o topo da table mountain para nos certificarmos que estava aberto, pois depende do tempo se esta nublado ou não.

Na table mountain, subimos pelo teleférico até o topo e pudemos ter contato com uma vista de tirar o folego. Lá em cima você pode andar a vontade, explorar o topo da montanha e morrer de frio caso tenha esquecido blusa (nosso caso) porque venta muuuuuuito lá no alto. Mas, mesmo passando frio, garanto que o passeio vale a pena. É simplesmente deslumbrante.

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Hora do jantar e descanso, pois amanha já temos mais estrada rumo à rota jardim e esticada até Port Elizabeth (uns 800 km, batidão!). Decidimos ver mais de Cape Town apenas na volta.


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Dia 04 – Joanesburgo –Cidade do Cabo (Cape Town)

Hoje como tínhamos o voo as 15:30, decidimos ir ao Lion Park pela manhã. Lá é possível interagir com filhotes de leões e ver alguns outros animais. Também é possível ir com o carro até uma área onde ficam os leões adultos. Na verdade o lugar não passa de um zoológico e é um pouco aflitivo ver animais tão magníficos enclausurados. Os filhotes, pelo que pudemos perceber, passam por uma espécie de rodizio para não se estressarem, pois um dos pacotes que vendem é interagir com eles e imaginem a quantidade de pessoas que frequenta esse parque…

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Após a experiência  e porque não, um pouco de frustração, fomos em direção ao aeroporto e no caminho passamos rapidamente pelo bairro Sandton para conhecer. É um bairro bom, pareceu um centro de negócios. Tem bastante hotel, bancos e também umas lojas de carros de luxo.

Na entrega do carro alugado, tudo tranquilo. Só é preciso chegar no aeroporto, seguir as indicações e um funcionário da empresa (no caso AVIS) da uma checada no carro para ver se tá tudo em ordem. Depois disso, em um balcão, você pega o recibo do contrato e é alertado sobre o que será creditado no seu cartão. O diferente  é que há uns pedágios nos entornos da cidade que fazem com que um tag instalado no carro apite a cada portal desses que atravesse, e então é cobrado no seu cartão de credito pela própria locadora em 48 horas.

Almoçamos no aeroporto numa rede chamada Nando’s (http://www.nandos.co.za/) e foi umas das refeições mais apimentadas até o momento. Percebemos que eles gostam muito de pimenta e sempre é bom tomar cuidado antes de pedir qualquer coisa num restaurante caso não simpatize muito. Inclusive, há um molho chamado peri peri que faz arder até o estomago . rs

Check in feito, rumamos para Cape town. Quando chegamos, o tempo estava nublado e já era fim de tarde, mas já deu pra sentir o clima descontraído e praiano da cidade.

Achamos o hotel já reservado (http://www.casaelenahotel.com/) e buscamos um lugar para comer a pé mesmo pois o carro estava numa boa vaga (o hotel não tem estacionamento). Encontramos um restaurante italiano muito bom na Orla chamado La Perla (http://www.laperla.co.za/). Atendimento profissional e comida também muito boa. Estava lotado e parecia ser frequentado pelo pessoal local na grande maioria.

Para amanha: Passeio até a Robben Island (Ilha onde o mandela ficou a maior parte do tempo enquanto estava preso) e outro passeio a decidir.


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Dia 03 – Middelburg – Joanesburgo

Dia 03 – Middelburg – Joanesburgo

Hoje o dia foi mais preguiçoso. Saímos sem pressa de Middelburg em direção a Joanesburgo. A cidade é grande, há quem compare com São Paulo. Seguimos direto para o museu do apartheid, onde ficamos por umas boas horas pois há muito o que ler e aprender sobre a história do país que é muito forte. Logo na entrada, te dão uma amostra de como era durante o regime: os tickets de entrada são aleatórios e te fazem entrar por portões para brancos ou para não-brancos. Lá dentro tem toda a cronologia desde a descoberta do ouro e domínio europeu até os dias mais atuais referentes ao mandato do Mandela e desdobramentos dessa “virada” politica no país. É muito rico de informações e vale muito a pena para entender melhor sobre as marcas que o povo africano carrega e todas as barreiras que hão de serem vencidas para de fato se tornarem uma sociedade de iguais oportunidades para todos.

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Em seguida fomos procurar o B&B que havíamos reservado pelo booking (http://www.33onfirst.co.za/) e descobrimos que não havia nada turístico para visitarmos por conta do horário. Nos conformamos em ir a mais um shopping (http://www.crestashoppingcentre.co.za/) e fuçar o supermercado (http://www.checkers.co.za/Pages/default.aspx) que havia lá dentro para conhecer os produtos locais. As frutas são muito parecidas com o Brasil e há muitos produtos bem mais baratos também, como eletrodomésticos e vinhos.

Para o jantar, escolhemos algo próximo ao B&B, um restaurante chamado Catz Pyjamas (http://www.catzpyjamas.co.za/Catz2011/). A comida boa, bom atendimento e a conta não saiu nada cara.

Amanhã temos a manhã livre e um voo para Cape Town a tarde. Passeio durante a manha a ser decidido! Lion Park, quem sabe. 


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Acordamos muito cedo para o game-drive (passear pelo parque com guia e outros turistas em carro aberto). Na hora que o carro sai, ainda está escuro e vamos acompanhando o amanhecer em busca de animais. Os primeiros animais que vimos foi um casal de leões. Estavam deitados no meio da estrada, ficamos observando os dois durante uns bons minutos e nem se incomodaram com a nossa presença. Após, pudemos ver uma sequencia de outros animais, incluindo girafas, hipopótamos e chacais que não tínhamos visto no dia anterior. Passear pelo Kruger é um espetáculo, um verdadeiro show da natureza.

Após o passeio (que dura em torno de 3 horas), retornamos ao satara e decidimos ir embora do kruger pelo portão que fica no sul do parque, o crocodile bridge. Para estar no kruger é necessário pagamento de uma taxa de conservação, importante pegar o recibo que pagou esta taxa para poder sair do parque. Até a saída do portão, dirigimos mais algumas horas lá dentro  e pudemos ver mais animais no caminho.

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Daí até Joanesburgo é uma longa estrada e decidimos dormir em Middelburg, pois o cansaço já se fazia presente. Descobrimos um B&B muito simpático (http://www.birchesguesthouse.co.za/) com pessoas hospitaleiras que nos indicaram um outro B&B (http://www.urnguesthouse.co.za/) pois estavam lotados e também um shopping para jantarmos. Nesse segundo B&B fomos bastante mimados pela Lucy, inclusive ganhamos um petisco de carne que parece ser típico daqui para ser consumido durante viagem, mas não experimentamos ainda.

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Já foram tantos eventos que na nossa cabeça estamos aqui há uns três dias. Acho que o fuso confunde. Bom, descansar que amanha temos que explorar um pouco de Joanesburgo e depois de amanha: Cape Town!